top of page

SURGIMENTO DO SISTEMA INER DE RESÍDUOS SÓLIDOS

34602584_965804240263736_287357856552006

A criadora do sistema INER de Resíduos Sólidos foi a confederação do Elo Social, instituição social sem fins lucrativos criada em 1.991, com objetivo primordial de assumir a responsabilidade social que nos é outorgada pela Carta Magna em seu Art. 1º Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”. (que é o nosso caso, diretamente).

Com esta postura não seria possível assumir tal empreitada sem primar pela difusão da cidadania, e este passou a ser o foco principal da instituição, que juntamente com a implantação de uma política de cidadania, passou também a combater a criminalidade, desigualdade social e a inoperância de nossos governantes, já que são eles que recebem tributos para este fim.

​

Como não se poderia combater a inoperância de nossos governantes se a eles estivéssemos coligados, surgiu a necessidade de fazê-lo única e exclusivamente através da iniciativa privada.  Como a iniciativa privada visa lucro, pois tem que pagar tributos, salários de seus funcionários e também seus fornecedores, não poderíamos transferir para os mesmos a responsabilidade social como prioridade, mesmo porque entendemos que o melhor plano social é o emprego, pois quem tem emprego não precisa de ajuda, nem do governo nem de ninguém.

​

Ao constatar que em parceria com o Estado nada se tornava viável ou possível, resolvemos buscar uma forma de viabilizar um macroprojeto empresarial que pudesse dar aos empresários lucro, já que esta é a vocação do empresário, ter lucros, pagar seus funcionários e fornecedores e gerar tributos para o estado.

A Confederação do Elo Social Brasil tem como objetivo primordial assumir a responsabilidade social que nos é outorgada pela Carta Magna em seu Art. 1º Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”.

​

De posse de todas estas informações e tomando conhecimento que no Brasil teríamos aprovada uma nova lei de resíduos sólidos e que a partir da mesma não se poderia mais queimar ou enterrar resíduos, resolveu-se criar então um plano empresarial coligado a um plano social aonde todos sairiam lucrando, o estado, o povo, os empresários e o meio ambiente.

​

DO NASCIMENTO DO PROGRAMA

​

Surgia então o “Sistema Lixo Zero Social 10” que acreditamos ter sido criado pensando em tudo. Beneficiou prioritariamente o meio ambiente, em seguida os prefeitos brasileiros, que atualmente correm risco de serem presos em flagrante por prática de crime ambiental, que diga-se de passagem é inafiançável dado ao fato do descarte irregular de lixo.

​

Assim ficou pronto o plano que mudou o paradigma da problemática do lixo no Brasil, e o que é melhor, para sua implantação não carece de vontade política nem de apoio político pois é única e exclusivamente implantado e gerido pela iniciativa privada.

 

INFORMAÇÕES PRÉVIAS

​

A Mudança não é apenas na forma de tratarmos os nossos resíduos sólidos, mas é também, empresarial, política e cultural já que vivemos em um país “do jeitinho” aonde todos nos infelizmente estamos acostumados com esta forma de fazer política e de trazer soluções paliativas para problemas crônicos.

​

Fomos forçados a acreditar que tudo depende de políticos e política quando na realidade eles são apenas gerentes municipais, estaduais e federais e foi com esta postura que se criou o sistema “Lixo Zero Social 10”.

O lixo é tratado como ouro em todos os países evoluídos pois é um excelente ramo de atividade, já que, do lixo tudo se aproveita e em especial a maior parte do que é chamado de lixo são subprodutos que voltam ao mercado na mesma forma ou em outra forma de utilização, mas não são lixo são apenas subprodutos a serem reaproveitados.

​

do sistema “Lixo Zero Social 10”, estamos preparados para reaproveitar 100% (cem por cento) e desta forma atendendo na integra a Lei 12.305/2010, (Nova Lei de Resíduos Sólidos) o que vai aliviar a pressão que estão sofrendo os prefeitos no Brasil com relação à responsabilidade criminal que lhes impõe a lei com relação à destinação final do lixo.

​

PRIMEIRO PASSO

​

Nosso primeiro passo foi dado em direção a amparar todos àqueles que sobrevivem do lixo, seja como catador em ruas ou em lixões a céu aberto ou como “cooperados” em “cooperativas” de fachada que outra coisa não fizeram senão reinventar a escravidão em nosso país.

​

Neste caso a solução que encontramos foi a de regulamentar uma profissão tão antiga, mas que no Brasil ainda não era regulamentada, que é o caso da profissão do tapeceiro e sendo assim ingressamos através da CLP – Comissão de Legislação Participativa com o pedido de regulamentação da lei que criaria definitivamente a profissão do Tapeceiro, surgindo assim o SINDETAP Sindicato Nacional dos Decoradores e Tapeceiros, instituição parceira e integrante do “Sistema Lixo Zero Social 10”

​

SEGUNDO PASSO

​

Através do SINDETAP, se criou o projeto “Transformando Lixo em Luxo”   do qual se ministrará em todo território a cada cem mil habitantes, 180 (cento e oitenta) cursos profissionalizantes de tapeçaria, restauração de móveis e decoração. E estes depois de formados escolhem dentre si os 40 (quarenta) melhores que são empossados como diretores em uma cooperativa que faz parte do sistema INER de resíduos sólidos com o nome de COOPERINER.

​

Esta Cooperativa será edificada através de sistema de mutirão em terreno cedido pela municipalidade de acordo com que está preconizado na lei, e os valores para sua edificação os então ex-catadores se valerão de uma linha de crédito prevista pelo SEBRAE para novos empreendedores, já que, está incluído no curso um modulo de empreendedorismo em parceria com o SEBRAE.

​

Assim o Sistema INER de resíduos sólidos resolve todos os problemas com relação a resíduos volumosos de origem moveleira pois o que não for reaproveitado na cooperativa será triturado e transformado pelo sistema em adubo ou briquete.

​

TERCEIRO PASSO

​

Da busca pela forma de atingirmos o nosso objetivo sem a participação do governo como um todo, já que, historicamente em nosso país hoje o Estado não vem fazendo outra coisa senão atrapalhar a iniciativa privada e o que é pior se declarou falido pelos próximos 20 (vinte anos). Não nos restou outra saída senão criar um projeto empresarial que pudesse dar aos empresários lucros já que esta e a função e vocação dos empresários, ou seja, como já dito, ter lucro, pagar fornecedores, funcionários e com isto recolher tributos.

Concluímos então desta forma que  do “Sistema INER de Resíduos Sólidos” poder afirmar que o empresário atingirá seu objetivo, as prefeituras e empresas coletoras de lixo solucionarão os seus problemas, automaticamente nos atingiremos os nossos objetivos que são as construções de nossos prédios sociais para que neles possamos ministrar nossos cursos vivenciais e de cidadania e cuidar do social de forma preventiva.

 

QUARTO PASSO

​

Com a solução da logística reversa para resíduos sólidos de origem moveleira, e também para os catadores de lixo, restava-nos ainda a solução para os resíduos sólidos de origem orgânica e mais uma vez partirmos em busca da solução. Na busca da solução constatamos que fora do Brasil nos países evoluídos não se cogita a solução para o lixo  de aterros sanitários que na realidade são inviáveis, sendo a muitos anos a solução para o lixo o tratamento e recuperação das riquezas através de usinas.

​

Constatamos também que praticamente todas as empresas fabricantes de usinas vieram para o Brasil na tentativa de comercializarem suas usinas o que restou impossível por vários motivos sendo eles: a) Quantidade de habitantes por município. b) Problemas políticos partidários que impedem a união de municípios na busca pela solução. d) Problemas com um verdadeiro “cartel” que se empoderou do sistema do lixo no Brasil e não tem interesse na real solução. e) Problemas para com a prática da “obrigatoriedade” de participação política partidária. e) Problemas para com a falta de recurso das prefeituras, do estado, da Funasa do ministério das Cidades e a impossibilidade de serem sanados através de emendas parlamentares.

​

Com a inviabilidade total da aquisição de usinas vindas de outros países só restava uma forma de sanar os problemas e esta foi a Criação das Usinas Brasileiras. E assim nasciam as usinas INER. Cada país tem que ter uma usina de acordo com a cultura de seu povo e as usinas INER foram criadas de acordo com nossa cultura.

 

QUINTO PASSO

​

Para resolver o problema do número de habitantes o sistema INER de resíduos sólidos resolveu criar consórcios independentes do desejo político e sendo assim no sistema INER não existe município com menos de 100 (cem mil) habitantes, todos já foram unificados através de consórcio e sendo assim pudemos criar a usina ideal que suporta 100.000 (cem mil habitantes) ou 200.000 (duzentos mil) habitantes o que também nos propiciou uma independência político-partidária.

​

Todos os Estados brasileiros, foram divididos em regionais e a cada regional com um número médio de CTTs (Centro de Triagem e Transbordo) nossa usina primária e mais 1 (uma) usina de compostagem, 1 (uma) usina crematória de resíduos sólidos hospitalares e um crematório de animais.

 

SEXTO PASSO

​

Para organizar as cooperativas de trabalho foi feita uma nova logística estadual, gerando assim emprego e facilitando a vida das prefeituras que são responsáveis pela coleta dos resíduos sólidos e consequente destinação dos mesmos que no caso de moveleiros, podas de arvores e eletrodomésticos passarão a ser destinados às cooperativas do sistema INER denominadas COOPERINERs. É certo que a criação e a administração das cooperativas já foi alvo de explicação anterior e esta venderá sua produção através do sistema INER de resíduos sólidos, que também lhe fornecerá os equipamentos necessários.

 

SÉTIMO PASSO

​

Para solução dos resíduos sólidos advindos de veículos velhos esparramados pelas ruas do país, gerando apenas problemas, já que geram doenças e aumento da criminalidade, criou-se o projeto denominado DESMANCHECAR através do qual se inclui na obrigatoriedade de participação na logística reversa as montadoras de veículos.

​

Com a inclusão das montadoras de veículos a entrega de um carro velho gerará um desconto na aquisição de um veículo novo, instigando a produção de novos veículos, gerando emprego, renda, e tributos além de diminuir o tempo de uso da frota brasileira.

 

Toda produção do DESMANCHECAR que contará com 54 (cinquenta e quatro) sedes distribuídas por todo território brasileiro será comercializada diretamente com empresas que pratiquem a logística reversa, ou seja, reaproveitando cada riqueza como produto e não como rejeito.

Os rejeitos finais serão triturados e enviados para as Usinas de Compostagem e fabricação de briquetes do sistema INER de resíduos sólidos aonde serão misturados aos rejeitos finais de lixo e transformados em briquetes.

​

OITAVO PASSO

​

Para administrar o sistema INER de resíduos sólidos em especial as cooperativas denominadas DESMANCHECAR e as COOPERINERs, se fez necessário a criação do Instituto INER, este que além e dar suporte as cooperativas também é detentor do Selo Consciência Verde, que aufere rendimento de empresas que não conseguem praticar a logística reversa e assim distribui dividendos entre as cooperativas, fato que viabiliza ainda mais a rentabilidade das mesmas e fecha as portas para o Estado, afinal, onde o estado coloca suas mãos, nada funciona.

 

NONO PASSO

​

Para implantação do sistema INER, necessitávamos construir todas as usinas, ocasião em que se criou o Grupo Empresarial INER, responsável pela construção, e gerenciamento do sistema depois de implantado.

Esta empresa ficou responsável em alinhar todas as maiores empresas de seu segmento para chegar ao preço justo na construção das usinas, o que foi feito também com o objetivo de evitar a bitributação bem como a manipulação de valores por terceiros, devendo os compradores de usinas adquirirem os equipamentos diretamente dos fabricantes.

 

DÉCIMO PASSO

​

Com tudo criado, restava um departamento comercial atuante e independente, o que fora feito através da contratação dos dirigentes sindicais do SINDETAP – Sindicato Nacional dos Decoradores e Tapeceiros –, que já estavam organizados nacionalmente com diretorias estaduais e regionais pelo projeto “Transformando Lixo em Luxo”, e para isto passarão a receber uma comissão pela comercialização das usinas.

Coube ao sindicato então a notificação de todos os Prefeitos do Brasil para que de acordo com a Lei 9.051 de 1995, respondessem por oficio qual destino estariam dando a seus resíduos sólidos.

Os que responderam, confessaram um crime, os que não responderam, cometeram outro crime, que é o crime de omissão, e sendo assim todos os prefeitos do Brasil se tornaram reféns do Sistema INER de resíduos sólidos.

 

DÉCIMO PRIMEIRO PASSO

​

Para organizar o sistema de construção civil e novamente visando transparência na implantação do sistema, optou-se pela criação do Consórcio INER e este ficou responsável por fazer uma licitação na aprovação da construtora que se responsabilizaria pela edificação dos prédios.

A aprovação das construtoras se dará pelo sistema de licitação que contará com a participação do empresário comprador, e assim minimiza-se a possibilidade de superfaturamento e também de fraudes.

 

DÉCIMO SEGUNDO PASSO

​

Com tudo funcionado foi possível incluir na venda de cada usina tipo CTT a construção de um prédio social que ficará em nome da Fundação Jomateleno e será utilizado pelo sistema gerido pela Confederação do Elo Social Brasil em todo território nacional, sendo cláusula pétrea do contrato de venda a existência da construção e entrega mobiliada do referido prédio social.

 

DÉCIMO TERCEIRO PASSO

​

Como o sistema foi criado de forma a não existir a submissão financeira entre os participantes, além de prever exclusividade na aquisição de equipamentos especialmente desenvolvidos para o sistema INER, bem como a prática de valores diferenciados, necessário se fez a criação de um sistema integrado que pudesse gerenciar toda implantação do que foi feito, através do portal de internet www.acdb.adv.br

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

​

Durante a apresentação do presente roteiro, assumimos o desafio de reduzir de forma compreensível um sistema que por si só carece de mais de 16:00 horas para ser explicado, e sendo assim, acreditamos que estas eventuais dúvidas que possam surgir podem ser tiradas neste mesmo portal de internet onde cada departamento tem explicações minuciosas sobre seu funcionamento.

​

Consideramos, sem dúvida que o grande “facilitador” da compreensão esta na leitura dos programas e nas pesquisas e não apenas nas perguntas e mais perguntas sobre o mesmo assunto, o que, quando da publicação do presente roteiro, acreditamos estar minimizando.

​

A Problematização costuma não melhorar os processos de trabalho, mas se for de forma participativa, será bem-vinda, e o que é melhor ainda é se tal questionamento for seguido de uma justificativa plausível e ainda seguindo nossa hierarquia, que inicia com o Assessor Empresarial Responsável, que tem a função de manter o contato direto com os eventuais investidores compradores.

Todos os Direitos Reservados​ © 2018

Sistema INER de Resíduos Sólidos.

"O segredo e não ter segredo"

bottom of page